terça-feira, março 03, 2015

Terra na rua

Não bastassem os problemas que Itaituba tem no seu sistema viário, ainda tem gente qie se acha dono da rua.

A foto foi tirada na 10a. Rua, próximo da Transamazônica, onde foram despejadas carradas de barro.

Cadê os fiscais da prefeitura para aplicar o Código de Posturas?

Nicodemos pede Assembleia itinerante

O vereador Nicodemos Aguiar disse que pediu o empenho do deputado Hilton Aguiar que se empenhe para trazer uma sessão itinerante da Alepa para Itaituba.

Segundo Nicodemos, Hilton comprometeu-se a fazer a solicitação para a presidência da Assembleia Legislativa, acreditando que será possível.

Wescley critica condições da Transgarimpeira e empresa que fez a recuperação

Oito milhões de reais gastos na recuperação da estrada,  serviço mal feito e muitas reclamações.

O vereador Wescley Tomaz disse que vai estar com o vice-governador Zequinha Marinho quando tratará dessa questão.

Ele disse que fez a denúncia quando a obra estava em andamento.

Por causa disso ele foi muito criticado naquela ocasião.

Hoje, disse ele, os mesmos que o criticaram lhe dãi razão porque a estrada tem muitos problemas.

Wescley quer saber porque a construtora responsável pela obra não fez iim teabalho de qualidade, apesar dos oito milhões que recebeu.

Diomar faz referência à nomeação de João Paxiúba

O vereador Diomar Figueira enalteceu a nomeação de João Paxiúba para a Comtri.

Lembrou ele que André Paxiúba fez um bom trabalho, e que João possa dar continuidade a esse trabalho.

Ele também tratou do.problema das valas mal tapadas pela empresa que faz o trabalho da colocação de tubos para ampliação da rede de água.

Todos com Dirceu

Todos os vereadores que se pronunciaram ma sessão de hoje, tanto da base aliada quanto da oposioposição, manisfestaram palavras de apoio ao colega Dirceu Biolchi.

Eles pediram que a prefeita Eloene Nunes dê  uma atenção aos problemas do distrito de Moraes Almeida.

Orismar critica serviço mal feito

O vereador Orismar Gomes criticou a empresa que está cavando as ruas da cidade para colocação de canos.

A água tratada será muoto bem vinda, mas, quando termina de colocar os canos, o fechamento das valas cavadas está sendo mal feito

Quando chove, disse o edil, tem havido muitos transtornos

Carros tem atolado com frequência por causa disso.

Iamax cobra liberação de licença para o Friara

Perseguição. Esse foi o termo usado pelo vereador sobre o travamento da liberação se uma bez por todas dl frigorífico Friara.
Ele pede o.empenho dos colegas para tentar resolver o.problema.

Diniz falou dos acidentes

O vereador Manoel Diniz, que é médico, voltou a falar sobre o elevado número de acidentes com mortes na Transamazônica, perímetro urbano.

Disse ele que é preciso um esforço conjinto para se conseguir minorar o.problema.

Dayan visita

O vereador Dayan Serique, em Itaituba para tratar assuntos particulares, veio à Câmara Municipal.

Dayan é vereador em Santarém pelo PPS.

Peninha Solidário a Dirceu

O vereador do PMDB solidarizou-se com o vereador Dirceu Biolchi por sua revolta e decepção com a falta de atenção do governo municipal que não atende às demandas das comunidades.

Falou que Moraes Almeida é um dos mais importantes distritos dos municípios.

Peninha também falou sobre a queda na qualidade do serviço que antes foi motivo de orgulho.

Uma encomenda Sedex que está demorando uma eternidade.

Agora ele acusa o governo municipal por travar através do secretário de agricultura em facor do frigorífico Frivata em detrimento do concorrente, o Friara.

O usuário é o prejudicado nessa história.

Ele pede que os vereadores todos procurem o Ministério Público para pedir providências.

Por fim, cobra da administração a relação dos prédios alugados pela prefeitura para saber quanto está sndo gasto doa cofres públicos.

Dirceu fala sobre obras paradas

O vereador de Moraes Almeida critica situação da obra da escola César Almeida, que como disse, foi iniciada no governo passado e paralizada pela atual gestão.

Afirrmou que por causa disso os alunos são prejudicados, estudando em um prédio que está para cair por cima deles

Lembrou que viaja 300 km para tentar falar cpm a prefeita Eliene Numes ou com algum secretário,  e quamdo retorna mãi consegue levar nada de novo para sua comunidade.

Algum trabalho que é feito é  iniciativa de empresários.

Porque não conclui as obrad, perguntou o vereador.

Não há respostas positivas do governo, afirmou Dirceu.

segunda-feira, março 02, 2015

Enchente provoca estado de calamidade pública em Brasileia, no Acre



Enquanto estados do Nordeste e Sudeste lutam contra a seca, no Norte o drama das alagações por acusas da cheia dos rios volta a se repetir. A chuva intensa que caiu sobre o Acre no fim de semana colaborou para a elevação e transbordamento do rio Acre. No domingo,  o nível do rio superou a cota de transbordamento que é de 14 metros e as águas invadiram Rio Branco, capital do Acre. A cidade de Brasiléia entrou em estado de calamidade pública nesta segunda-feira. A água do rio Acre quase cobria o telhado das casas.



Mais chuva

As áreas de instabilidade sobre o Norte do Brasil vão continuar ativas nos próximos 15 dias. A previsão é de que as pancadas de chuva continuem frequentes e podem ser fortes em muitas horas. Sobre o Acre e o sul do Amazonas, a estimativa é de que chova mais de 150 mm até 10 de março. O nível dos rios no sul do Amazonas, Acre e Rondônia pode subir ainda mais. A elevação do rio Solimões

Fonte: SECOM/Governo do Acre

MPF pede suspensão da concessão das florestas nacionais Itaituba I e II

Licitação ignorou a existência de comunidades e patrimônio arqueológico na área

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça que suspenda a licitação para a concessão de três unidades de manejo florestal nas florestas nacionais (flonas) Itaituba I e II, em Itaituba e Trairão, no sudoeste do Pará. Segundo o MPF, o edital de licitação ignorou informações do próprio plano de manejo de que há famílias indígenas e não indígenas e patrimônio arqueológico nessas áreas.

A ação foi ajuizada nesta segunda-feira, 2 de março, na Justiça Federal em Itaituba. O MPF pede decisão urgente que suspenda a licitação feita pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) até a realização de estudo antropológico sobre as comunidades locais e a possibilidade de manutenção da floresta disponível para concessões de manejo florestal. O MPF também pede que a Justiça determine a elaboração de estudo para localização e identificação de sítios arqueológicos.

Além dos pedidos urgentes, a ação pede que a Justiça Federal obrigue a União e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) a adequar o plano de manejo das flonas  à necessidade de regularização fundiária, caso o estudo antropológico comprove essa necessidade.

Tendo em vista a presença de comunidades indígenas no interior das flonas e em áreas vizinhas, também foi solicitada decisão que condene a União e o ICMBio a readequar os limites ou, se necessário, reclassificar a espécie de unidade de conservação das flonas Itaituba I e II.

Caso as áreas permaneçam como flonas, o MPF pede à Justiça que seja determinada a redefinição das unidades de manejo florestal destinadas à concessão florestal. O objetivo é não prejudicar a população tradicional residente e o povo indígena ocupante de área contígua e no interior das flonas. Atualmente as três unidades de manejo compõem uma área de 295 mil hectares.

Por fim, o MPF pede à Justiça que obrigue a União e o ICMBio a realizarem a consulta prévia dos povos afetados de acordo com o que estipula a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).


Processo nº 0000429-87.2015.4.01.3908 – Justiça Federal em Itaituba

Fonte: Ministério Público Federal do Pará

À espera de que o governo chegue com os espelinhos

            A obra da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós está a caminho. Esse é o recado que o governo federal manda, ao anunciar que quer promover o leilão dessa mega construção até o final deste ano. Isso, porque não será possível fazer o leilão até abril próximo, como desejava, porque existem pendências relativas ao licenciamento ambiente que precisam ser sanadas.
            Houve uma mudança na estratégia de abordagem desse delicado tema por parte do governo, deixando de lado a arrogância e a prepotência do ex-titular da Casa Civil, Clóvis Carvalho. Seu substituto, o ministro Miguel Rossetto utiliza-se de um tom mais moderado na tentativa de baixar um pouco a temperatura do diálogo que estava muito elevada e que certamente conduziria a conflitos inevitáveis, cujas consequências seriam imprevisíveis.
            Uma prova dessa nova postura do governo foi o gesto de Miguel Rossetto de receber indígenas da etnia Munduruku, da região do Tapajós, que embora nada tenha resolvido na prática, ao menos demonstrou a abertura de um canal de diálogo. Partindo-se do princípio do ditado que diz, que um mau acordo é melhor do que uma boa briga, o governo desarma um pouco o espírito de guerra que estava prevalecendo até então.
            Que ninguém se engane! O governo não ficou bonzinho do dia para a noite. É apenas uma mudança estratégica para tentar convencer a grande comunidade Munduruku, as igrejas que tomam posição contrária, as ONGs, as comunidades que ficam ao longo da região do Tapajós as quais serão diretamente afetadas por essa grande obra, e demais pessoas que lutam contra a construção das usinas hidrelétricas na Amazônia, de que tudo vai ser feito em concordância com todos e em obediência às leis.
            Enquanto isso, tudo continua como dantes no quartel de Abranches. O que isso quer dizer? Quer dizer que em Itaituba as coisas continuam exatamente como sempre estiveram, em relação à discussão desse empreendimento, na estaca zero, porque o comunidade itaitubense tem-se mostrado apática para tratar de uma questão tão relevante, que vai lhe causar um enorme impacto.
            Daqui a pouco vai chegar o governo com seu rolo compressor, trazendo alguns espelhinhos para tentar comprar a nossa aquiescência a esse mega projeto. E, provavelmente, nossos representantes públicos, prefeita, vereadores e deputados vão bater palmas e soltar foguetes, afirmando que vai ser bom para todos nós, tecendo loas aos “invasores”, assim como acontece neste país, desde o seu descobrimento. Restaria a sociedade civil, por meio de suas entidades organizadas nos representar, chamando o restante da população para tomar posição, quando isso for necessário. Mas, nossa sociedade tem olhado a tudo que acontece, de bom e de ruim sem se manifestar.
            É assustadora e ao mesmo tempo preocupante essa letargia dos itaitubenses, da gema e de coração. Muita gente só pensa nos lucros que acha que virão com facilidade, sem pensar nas consequências negativas provocadas pelo grande impacto que a chegada de milhares de pessoas vai causar em todos os setores da vida deste município. Tem pessoas de Itaituba que quando visita Altamira, voltam deslumbradas, porque só vê o que alguns interessados em mostrar o lado bom querem mostrar. Não se informam sobre a verdadeira realidade, e alienados, terminam voltando com uma visão atrofiada. Esses, em nada podem ajudar o município em que vivem.
            Até agora não conseguimos aprender nada com a experiência de Altamira, que se por um lado está ganhando algumas obras estruturantes de grande importância para a melhoria da qualidade de vida daquela população,  por outro, sofre com o atraso enorme na implementação de tais obras, e com outros efeitos colaterais perversos, dentre os quais o mais notório é o desenfreado aumento da violência que tem levado aquele município a frequentar os noticiários policias e fazer parte de relatórios negativos, nacionais e internacionais por causa disso.

            Uma coisa é certa: a violência está se antecipando, chegando a Itaituba e adjacências com muita antecedência. Basta fazer um rápido retrospecto dos últimos acontecimentos do noticiário policial. Os outros efeitos colaterais não tardarão a chegar, talvez, manifestando-se com maior grau de perversidade do que ocorreu com Altamira, que discutiu a hidrelétrica de Belo Monte por muitos anos. Nós, nem discutir a obra de São Luiz do Tapajós conseguimos. Vamos continuar esperando que os navios dos colonizadores aportem para levar nossas riquezas, deixando espelhinhos em troca.

Editorial - Edição 195 do Jornal do Comércio, circulando

Reflexões sobre a Lei da Palmada

                 A aprovação da Lei da Palmada gerou muita insatisfação no seio de grande parte da sociedade brasileira que questionou a competência das autoridades constituídas se intrometerem em um assunto que quase todo mundo entende ser atribuição sagrada de cada família. Eu tenho pensando bastante nessa questão, como mãe de família e como cidadã.
            A bomba caiu no colo da presidente Dilma Rousseff, pois, por falta de informações corretas da imprensa, ficou subentendido que isso foi invenção do governo dela. Mas, não foi. Aliás, trata-se de uma discussão que vem de longa data, que nem é de autoria de nenhum brasileiro que se preocupe com esse tema tão importante e recorrente.
            A criação de uma lei para proteger crianças e adolescentes de castigos físicos foi acordada entre o Brasil e a Organização das Nações Unidas (ONU), em virtude da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 20 de novembro de 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Portanto, nada menos do que vinte e um anos da presidente Dilma ocupar o Palácio do Planalto. Isso pouca gente sabe, porque foi pouco divulgado.
            Em 2010 foi apresentado o Projeto de Lei nº 7.672/2010, quando Lula estava no final de seu segundo mandato. Decorridos quatro anos, o projeto transformou-se na Lei nº 13.010/2014, depois de sancionada no dia 26 de junho daquele ano. A nova lei acrescentou três artigos ao Estatuto da Criança e do Adolescente, visando a abarcar a proteção integral da criança e do adolescente.
            Algumas reflexões deveriam ter sido feitas, antes, mas, não foram. O próprio ECA tem sido motivo de muitos questionamentos, sendo considerado pelos seus defensores como um dos instrumentos legais mais avançados do mundo, enquanto que os contrários alegam que ele serve para albergar delinquentes infanto-juvenis que são tratados como infratores, seja qual for o crime que tiverem cometido.
            Um dos problemas que eu enxergo, não exclusivamente nessa lei, mas, em tantas outras que não são cumpridas é que este é um país de dezenas e dezenas de leis bem elaboradas, que se executadas como deveriam ser, nos transformariam em uma pátria exemplar para o mundo inteiro. Somos o país das leis ideais.
Como diz o desembargador Pedro Valls Feu Rosa, do Espírito Santo, “as leis viraram remédio para todos os males. Se os índices de criminalidade aumentam, parte-se imediatamente para a confecção de novas leis. Há muitos acidentes de trânsito? Nem se discute acerca da qualidade das estradas – o negócio é criar alguma lei nova para resolver o problema. Já tivemos até leis declarando extinta a pobreza”!
Em sã consciência, nenhuma pessoa de bom senso pode acha que a Lei Maria da Penha não foi uma boa iniciativa para combater a violência contra a mulher, de modo especial a violência doméstica. Seu resultado mais visível é trazer à luz essa realidade que era muito mascarada, pois muitas mulheres criaram coragem e passaram a denunciar seus companheiros. Mas, infelizmente, o problema continua, porque não se resolve apenas com a adoção de uma nova lei, mas, com uma mudança radical no comportamento da sociedade a esse respeito.
A Lei da Palmada, sozinha, também não vai resolver o problema da violência contra crianças e adolescentes, seja no lar de cada uma delas, onde o problema é mais acentuado, ou onde quer que seja. Vivemos em uma sociedade na qual os pais, por séculos tem infligido castigos físicos aos filhos, com maior ou menor dose de violência. Passa por uma questão cultural. Isso tem que mudar a partir de cada um.

Não vai ser uma lei, mais uma lei em um Brasil que tem mais de 180 mil leis, que vai resolver o problema da violência contra crianças e adolescentes em seus lares. Isso depende de sairmos da nossa zona de conforto, fazendo de conta que não é com a gente, quando vemos nosso vizinho espancando um filho. Sem atitude não vamos mudar nada, nem pela força da lei, pois como muito se fala, este é o país das leis que pegam, e das que não pegam. E pelo jeito, essa Lei da Palmada vai entrar no rol das que não pegam.

Marilene Parente

Artigo publicado na edição 195 do Jornal do Comércio, que está circulando desde quarta-feira passada

E agora, quem poderá nos defender?

            Com a morte do ator mexicano Roberto Gomes Bolaños não temos mais a quem recorrer, pois o impagável personagem Chapolin Colorado só poderá ser visto nos episódios que ficaram gravados. Dessa forma, ficou complicado pedir ajuda para a situação em que vivemos, seja pela crise na economia que o governo federal demorou uma eternidade para admitir que existe, seja pelos problemas que temos no município, muitos dos quais poderiam ser resolvidos, caso tivéssemos uma administração municipal mais competente, ou pelo eterno abandono do governo do Estado.
            Ainda no primeiro semestre do ano passado, eu produzi matérias nas quais empresários, gerentes de bancos e lideranças empresariais foram ouvidas. Naquela oportunidade, foi unânime a afirmação de que o município de Itaituba já estava passando por uma crise econômica. Foram apresentados números que corroboraram as colocações dos entrevistados.
            Vivemos a expectativa da chegada de um tal de progresso que alguns aguardam como a grande oportunidade da vida para ganhar dinheiro, não interessando a que custo para a sociedade. São milhares de empregos que esse pessoal acredita que serão gerados, o que em se concretizando, aumentaria enormemente a demanda por praticamente tudo em Itaituba.
            Esse progresso viria com um grande pacote fechado, trazendo muita coisa boa, e também muita coisa ruim, a pior delas, o aumento da violência, fora do controle das autoridades. Pelo menos essa parte a gente já está vendo e sentindo os efeitos, pois a bandidagem veio muito na frente, como mostram os seguidos assaltos que tem sido feitos por bandos, como foi o caso do arrombamento do supermercado Itafrigo, o assalto ao Restaurante do Chico, depois do Aruri e o mais recente, quarta-feira da semana passada, à agência do BASA, em Rurópolis.
            O Brasil, que é um país maravilhoso, de gente boa, é também um país surreal, pois temos um governo central que não consegue resolver os problemas básicos que nos afligem, mergulhado em um oceano de corrupção, mas, quer nos ensinar a como criar os nossos filhos. Basta lembrar da tal da Lei da Palmada. Injeta muito dinheiro na Educação, mas, gasta mal, ou desvia parte da verba. No que tange à segurança, fala, mas, pouco faz.
                A responsabilidade principal pela segurança pública, essa do dia a dia, conforme nossa constituição, cabe aos governos estaduais. São eles os executores das ações de segurança, além de construírem e cuidarem das prisões estaduais. Para isso contam com a Polícia Militar - que faz o policiamento ostensivo e preventivo e a manutenção da ordem pública; a Polícia Civil, que busca obter provas materiais e identificar os autores dos crimes para que eles sejam denunciados à Justiça; e o Corpo de Bombeiros Militar - força encarregada de prevenção e combate a incêndios, de busca e salvamento, e de ações de defesa civil. Bonito no papel, mas, inócuo na prática.
                O tal do Estatuto do Desarmamento, cujo artigo 35, exatamente o que tratava da proibição pura e simples da venda de armas no Brasil, foi rejeitado por 64% da sociedade brasileira em referendo no ano de 2005. Essa questão continua sendo discutida no Congresso Nacional, pois a pressão para que o cidadão possa adquirir uma arma de fogo obedecendo a uma série de regras rígidas é muito grande, enquanto a bandidagem age à vontade.
            O espírito da lei do desarmamento é muito bom, mas, não funcionou, porque o governo federal não tem capacidade de fiscalizar as fronteiras e nem se quer de fiscalizar os portos como deveria, por onde entram as armas que municiam a bandidagem, assim como os governos estaduais são incompetentes para garantir a segurança das pessoas.
            O objetivo era desarmar o cidadão para diminuir os números da violência. Porém, desde que a proibição entrou em vigor, os números relativos a mortes por arma de fogo só fizeram crescer, porque os bandidos estão cada vez mais bem armados, contra o cidadão que só conta com as mãos para se defender, porque a polícia costuma chegar depois do acontecido, em vez de fazer um trabalho bem feito de prevenção por meio de serviço de inteligência.
            Eu não acho que ter uma arma em casa, muito menos, andar armado, possa ser a solução. Mas, qual é a solução ideal, se a violência continua crescendo, pois desde que o Estatuto do Desarmamento entrou em vigor, o Brasil teve mais algumas cidades incluídas na lista das mais violentas do mundo. Logo, o Estatuto do Desarmamento não resolveu o problema.

            O certo é que os bandidos agem muito à vontade, como fizeram todos esses que citei sobre os assaltos recentes, pois quando decidem entrar na casa ou no comércio de alguém, o fazem quase com a certeza de que quem vai estar lá nada poderá fazer, mesmo que não seja surpreendido, com medo de ser preso por porte ilegal de arma. E assim vamos vivendo, surfando na incompetência dos nossos governantes, até Deus sabe quando.

Artigo publicado na edição 195 do Jornal do Comércio, circulando desde quarta-feira passada.

É para refletir, mesmo, sobre essas imagens, Jota Parente

Visitando seu blog, não pude deixar de interagir sobre as fotos que você colocou mostrando a situação do Rio Tapajós, que está sendo destruído por conta da ganância que só busca o lucro fácil, sem importar com o resto.

Na correria, ou na nossa falta de atenção diária, vão destruindo as nossas riquezas sem que a gente se dê conta ou faça alguma coisa para evitar.

Há um crime silencioso que se praticou em larga escala, desde o começo da garimpagem, Jota Parente, do qual nunca ouvi ninguém falar.

Conheço essa região desde os anos 80, quando fui de avião pequeno, várias vezes para a região de garimpo,  o que aconteceu até os anos 90, perto do final. Na ocasião, o que vi de igarapés que foram dizimados pela garimpagem, foi brincadeira. Nunca vi nem ouvi ninguém dizer uma palavra sobre isso.

Ao mesmo tempo, de cima se via a degradação de rios com o Crepurizão, que já era um mar de lama. Isso aconteceu com dezenas de outros rios menores, cujas águas vão ou iam, porque alguns deles morreram, direto para o Rio Tapajós.

O resultado da ganância está aí para infelicidade de todos. Essa que outrora foi uma corrente de água cantada em verso e prosa, hoje resume-se a essa coloração barrenta, horrorosa, que está morrendo com as bençãos das nossas autoridades e com o silêncio conivente de quem vive aí, que muito pouco, ou quase nada fez ou faz para evitar esse desastre ecológico.

Lamento ter que estar escrevendo isso, mas, infelizmente é a realidade com a qual nos deparamos.

As fotos do Google Terra que você colocou, devem servir para que todos reflitam sobre o preço que se paga pelo chamado progresso, que entendo não ser o termo mais adequado, pois apenas alguns progrediram particularmente, em detrimento da grande maioria, e essa maior são vocês que vivem aí e que ficaram com esse passivo.

Teodoro Rodrigues Levy
Goiânia

domingo, março 01, 2015

O Rio Tapajós, segundo o Google Earth

Rio Tapajós, foto de 2014 em frente a Itaituba, do Google Earth


Rio Tapajós, foto de 2014 do Google Earth, em frente a Barreiras

Rio Tapajós, foto de 2011 do Google Earth em frente a Itaituba

Mas, tem muita gente que diz que quem denuncia o desastre com o nosso rio, não tem o que fazer. Inclusive o ex-secretário de meio ambiente do Estado, José Colares.

Será mentira das fotos?

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

SINTEPP decide entrar em greve

Há pouco, em Assembleia Geral os membros do Sintepp decidiram entrar em greve. A entidade vai seguir o tramite legal para a paralisação das atividades.

A decisão foi tomada pelos membros da entidade depois que os representantes da categoria apresentaram o resultado da reunião com a prefeita Eliene Nunes, que na reunião deixou bem claro que não tem condições de conceder nenhum reajuste salarial, a gestora sugeriu que o Sindicato apresentasse, através de analise das folhas de pagamentos, a redução da folha para possibilitar o reajuste salarial reivindicado pela categoria.

A prefeita Eliene Nunes prometeu dar a folha de pagamento da educação, desde que os sindicalistas não entrassem em greve. Entretanto, como a greve está declarada, a gestora não vai mais fornecer a folha de pagamento dos servidores da educação que são pagos com o dinheiro dos 60% e 40%.

Agora é esperar a greve para saber qual será o futuro do município. Por enquanto a greve está sendo declarada pelo pessoal da educação, mas o pessoal da saúde, que também quer o reajuste, promete declarar greve geral se este não ocorrer.

Caso a prefeita Eliene Nunes não tome uma posição negociando com os servidores municipais, corre o risco de o município  viver um clima tenso, com as escolas fechadas e a saúde pior em Itaituba.

Fonte: blog do Peninha

Presidente da API no berço

Diego Mota, presidente da Associação dos profissionais da Imprensa, está completando mais um ano de vida, hoje.

Conduzindo a entidade de classe com muita galhardia, Diego tem se destacado como uma liderança que não foge à luta em qualquer circunstância.

Que ele continue sendo esse profissional sério, cidadão integrado à vida do município onde vive, pai de família dedicado e grande líder da nossa classe.

Parabéns, companheiro!

Eliene precisa desatar o nó da Educação

Quando começou a administração da prefeita Eliene Nunes, jamais se imaginaria que ela fosse ter tantos problemas com a secretária de educação. Afinal, a prefeita é professora concursada do município, tem uma longa experiência na profissão, conhece pessoalmente a grande maioria dos professores, pois foram seus colegas de trabalho, e além de todos esses predicados, a prefeita projetou-se para a política através da SEMED.
Tudo fazia crer que a educação seria o carro chefe do seu governo, mas na pratica a situação está completamente adversa, pois a prefeita já entrou no terceiro ano de mandato e a máquina da educação ainda não engrenou.
A SEMED fechou 2014 sob críticas generalizadas por causa da falta de merenda nas escolas, e o ano letivo de 2015 mal começou e já estão surgindo denuncias de falta de alguns itens da merenda escolar no cardápio que é servido aos alunos.
É inacreditável, mas não dá para imaginar outra coisa, que não seja a falta de controle da secretaria neste setor, e essa questão da merenda desencadeia uma serie de outros problemas. Os números da evasão escolar e da reprovação de alunos em 2014 ainda não foram totalizados, mas pela amostragem inicial, não é nada animador para um governo exercido por uma professora.
Outro dado alarmante vem do censo escolar. A cada ano vem diminuindo o número de alunos que procuram as escolas do município. Em dez anos a queda chega perto dos 20%.
Somente nos últimos três anos, o município perdeu mais de dois mil alunos; isso pode ser um indicativo de que o modelo de ensino que está sendo aplicado em sala de aula precisa ser revisto para tornar a escola mais atrativa para o aluno.
Somando-se a todos esses problemas, tem ainda a campanha salarial dos professores. O sindicato da categoria chegou a anunciar greve, mas, recuou da decisão e concordou em voltar à mesa de negociação, agora, diretamente com a prefeita e, para o bem da educação é bom que as duas partes cheguem logo a um acordo e que os professores retornem às suas atividades normais em sala de aula.
É esperar pra ver até onde vai o poder de convencimento da prefeita, porque dinheiro para reajuste salarial a secretária Uzalda Miranda já disse varias vezes que não tem.
Diante de tudo o que já foi dito sobre receita e despesa da SEMED, se a prefeita, num ato de generosidade política conceder algum tipo de reajuste, a secretária e toda sua equipe ficarão desprestigiadas diante da categoria.

Resta aguardar pra ver qual vai ser o desfecho dessa negociação. É bom lembrar que 2015 é ano de IDEB, e o município não tem apresentado bons resultados nas ultimas avaliações.

COMTRI vai ter novo titular. É mais uma mudança na direção do órgão

Sai André
A Coordenadoria Municipal de Trânsito vai mudar outra vez.

Entra João
O atual coordenador, André Paxiuba, deve retornar ao seu antigo cargo no  aeroporto municipal e para o seu lugar a prefeita vai nomear João Paxiuba, que já foi diretor do DETRAN de Itaituba e tem experiência em gestão de transito.  

Suspensão da interdição do aeroporto de Itaituba será publicada segunda-feira no Diário Oficial da União

Ontem, a prefeita Eliene Nunes afirmou para a imprensa, que já estava definido junto à ANAC, que o aeroporto estava sendo liberado para todas as operações, como para as empresas de médio porte, atividade que está suspensa.

Há pouco, a assessoria do deputado federal Zé Geraldo (PT), ligou para o diretor de jornalismo da TV Tapajoara, jornalista Weliton Lima, informando que o parlamentar da região Oeste do Estado esteve na ANAC onde buscou informações a respeito da situação.

A direção da ANAC falou para o deputado, que a suspensão das restrições será publicada no Diário Oficial da União, da próxima segunda-feira.


Depois disso, vai depender de cada empresa (MAP e Azul), a determinação do dia em que cada uma delas vai volta a operar regularmente para Itaituba.

Belém viveu madrugada de terror com cinco ônibus incendiados

Madrugada de terror com cinco ônibus incendiados (Foto: Wagner Almeida)
Criminosos armados incendiaram cinco ônibus coletivos em Belém e Ananindeua, no início da madrugada de hoje. Segundo informações da polícia, os atos de vandalismo teriam sido ordenados por detentos que participam da rebelião no Complexo Penitenciário de Americano. Seis pessoas foram detidas suspeitas de envolvimento nos casos.
Três coletivos foram incendiados no município de Ananindeua, sendo um na Estrada do Curuçambá, bairro Curuçambá; outro no canteiro do bairro Paar e um na avenida Independência, no Distrito Industrial. Em Belém, um deles foi incendiado na rua São Domingos, no bairro Terra Firme, ainda no final da noite de ontem (26) e o último incendiado foi na travessa Pirajás, na frente da Aldeia Cabana, localizada avenida Pedro Miranda, na Pedreira, em Belém. Ninguém ficou ferido.
De acordo com testemunhas, em todas as ocasiões os criminosos foram vistos em motocicletas e veículos particulares. Conforme os relatos, eles agiram da mesma maneira em todos os casos, exceto o da Pedreira, pois o coletivo estava estacionado. Eles abordaram os ônibus, mandaram as pessoas descerem e, após espalharem gasolina nos veículos, atearam fogo.
O tenente PM Cidon, do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM, informou ao DIÁRIO que “um grupo de seis pessoas foi detido dentro de um Corsa, cor prata, na avenida Almirante Barroso com um galão de gasolina escondido no porta malas e que teria sido levado para prestar depoimento à Polícia Civil”.
Viaturas de todas os batalhões da Região Metropolitana de Belém realizaram uma força tarefa com abordagens dentro de ônibus e revista de passageiros durante esta madrugada para coibir novos atos incendiários.
(Diário do Pará)
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Comentário do blog: Porque será, que na página de O Liberal, na internet, não foi escrita uma só linha a respeito desse assunto tão grave? Deve ser porque coloca em xeque a política de segurança do atual governo do Estado, que esse grupo midiático apoia desde o primeiro momento. 
A verdade que se dane!
Depois querem saber porque perdem credibilidade, cada vez mais.
Não estou enchendo a bola do Diário, que vai pela mesma linha do seu concorrente, ou seria adversário? Porém, é inadmissível que um fato que ganha repercussão nacional não seja noticiado por um dos dois principais jornais do estado do Pará. 

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Xuxa assinará com a Record na quinta-feira, dia 5

A emissora divulgou um comunicado oficial enigmático em que anunciava um 'momento 

marcante da televisão brasileira e para a história da Record'

Xuxa assinará o contrato com  a Record numa coletiva de imprensa que acontecerá no próximo dia 5, em São Paulo. Segundo fontes da direção da emissora, "é o fim da novela entre ela e a Record. Ela responderá perguntas dos jornalistas e assinará o contrato na presença de todos. Já está tudo certo!".


Mais cedo, a emissora divulgou um comunicado oficial enigmático em que anunciava um "momento marcante da televisão brasileira e para a história da Record", sem dar maiores detalhes.

Justiça anula pedido de suspensão do WhatsApp

Justiça anula pedido de suspensão do WhatsApp (Foto: Reprodução )
O desembargador Raimundo Nonato Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí, derrubou a decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, nesta quinta-feira (26), que pedia a suspensão do aplicativo WhatsApp no Brasil por não colaborar com as leis brasileiras. 
O desembargador disse que o ato punitivo aplicado pelo juiz não é razoável. "A suspensão de serviços afeta milhões de pessoas em prol de investigação local", justificou Alencar na sentença, publicada nesta quinta-feira (26), um dia após o polêmico pedido.
O juiz chegou a encaminhar  um mandado aos provedores de infraestrutura e provedores de conexão, pedindo a suspensão do aplicativo. A suspensão atingiria os domínios whatsapp.net e whatsapp.com. Porém, os WhatsApp não chegou a ser interrompido. 
Apesar de a decisão ter sido derrubada, a Polícia Civil do Piauí comunicou que pretende aplicar novas medidas punitivas contra o WhatsApp até que a empresa colabore com as investigações em andamento. Não foi informado, no entanto, quais as punições serão adotadas. 
(DOL com informações do UOL)

Entrevista de Suzane a Gugu gera briga em emissora

Entrevista de Suzane a Gugu gera briga em emissora (Foto: Reprodução )
Gugu Liberato fez a sua reestreia na quarta-feira (25) na emissora Record, mas o clima nos bastidores não era de festa, e sim de guerra. A produção do programa está revoltada com o departamento de jornalismo da emissora, que resolveu reeditar uma entrevista inédita e exclusiva com Suzane von Richthofen e sua companheira Sandra Regina Gomes (Sandrão) na penitenciária.
A reportagem foi mantida em sigilo até para a direção da Record. Somente na última quinta-feira (19) é que a equipe da produtora de Gugu, a GGP, revelou ter uma hora de depoimento com as duas, o que gerou ciúmes dentro da Record, que batalha por uma entrevista com a parricida há dez anos.
Ao ver a entrevista editada pela GGP, Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da Record, resolveu confiscar o material bruto e o entregou para seus editores de confiança o finalizarem. A entrevista, que seria apresentada na noite de quarta com cerca de 50 minutos, foi dividida em duas partes, que irão ao ar na quarta-feira (25) e quinta-feira (26). Segundo fontes no programa, a nova edição deu à entrevista um tom sensacionalista, que Gugu vinha tentando evitar desde que gravou a reportagem, em 6 de fevereiro. Ao todo, o público verá uma hora e meia de entrevista.
Os chefes do jornalismo da Record estão com orgulho ferido porque a emissora está tentando a entrevista há dez anos, mas Suzane, condenada por assassinar os pais, nunca quis falar com a rede. Revoltados, jornalistas da Record estão espalhando o boato de que Gugu teria pago R$ 2 milhões pelos depoimentos, o que é negado pelos produtores.
A negociação com as presidiárias começou no ano passado. Depois que Suzane e Sandrão aceitaram falar pela primeira vez juntas com um programa de TV, a Secretaria de Administração Penitênciária e a direção do presídio de Tremembé (interior de São Paulo) tiveram de analisar os pedidos e autorizar a gravação.
Nela, Suzane fala da noite do crime e do relacionamento homossexual na cadeia. O conteúdo não tem como ser mudado, mas a edição vai estender ao máximo e fazer bastante suspense seguindo os moldes do jornalismo da Record.
Na GGP, alguns profissionais já pensam em pedir demissão. Outros dizem que não irão mais investir em boas reportagens por medo do "roubo" de conteúdo. A relação entre a produtora e o comando do jornalismo está para lá de estremecida.
(Com informações do site UOL)

Energia de péssima qualidade, tarifa mais elevada do Brasil, e os peduricalhos na conta de luz que a Celpa nos cobra

Foto ilustrativa de uma conta do ano passado
Somente para se ter uma ideia do que se paga
Hoje eu recebi minha fatura relativa aos últimos 30 dias de consumo.

Veio alta, mas, exagerei um pouco no consumo, e não tenho para quem reclamara nesse ponto. Faço minha leitura diária do medidor, e por isso, antes de chegar a conta eu já sei quanto terei que pagar. 

Reclamação, mesmo, tenho dos penduricalhos que acompanham a conta de energia elétrica, cuja tarifa é a maior do Brasil.

Meu consumo foi de 422 KWH, que resultou em uma conta de R$ 369,53.

Agora, vamos aos detalhes.

Conta: R$ 369,53

Valor do consumo: R$ 202,46

Adicional da bandeira vermelha: R$ 12,66

ICMS (Imposto cobrado pelo governo do Estado do Pará) R$ 81,41

Cofins: R$ 23,93

PIS: R$ 5,20

Taxa de iluminação pública: R$ 38,26

Multa da conta anterior (que eu paguei em dia, pelo Internet banking, como faço todo mês) R$ 5,52

Juros da conta anterior: R$ 0,09

Total dos penduricalhos: R$ 167,07

Isso significa que 45% de tudo que eu, e você que acompanha o blog pagamos, vai para o bolso do governo, seja ele municipal, estadual ou federal.

Na fatura vem escrito que o KWH de energia elétrica no Pará tem o custo de R$ 0,479...

Isso é conversa pra boi dormir, porque seria esse o valor, caso a gente pudesse multiplicar os quilowatts consumidos durante o mês, por esse valor informado na conta, e o montante a ser pago fosse igual à essa operação.

Mas não é assim que funciona, pois se a gente dividir o valor total da fatura pelos quilowatts consumidos, chega-se, no meu caso, a estratosféricos R$ 0,875 por quilowatt.
Como se não bastasse essa tarifa escorchante, um verdadeiro assalto à mão desarmada praticado pela Celpa, com a anuência do governo, ainda pagamos um monte de impostos que vão engordar as contas dos corruptos que sem nenhuma cerimônia nos roubam a cada dia.

E se ao menos tivéssemos um serviço de boa qualidade, ainda haveria uma atenuante. Mas, a energia que nos é fornecida é de baixíssima qualidade. A Celpa, que promete, mas não cumpre, assiste ao sucateamento das redes de distribuição que levam energia elétrica até nossas casas, sem fazer os investimentos necessários.


Como gosto de fazer sempre, em situações como essa, lembro do Comendador Mário Sobral, aquele mesmo que o pessoal da velha guarda lembra, de A Província do Pará, que tornou famosa a frase: Valha-nos quem?!!!

Conta de luz mais baixa e energia de qualidade foi o que pediram deputados na Assembleia Legislativa do Pará


Assembléia Legislativa

O fornecimento deficitário de energia, serviços problemáticos oferecidos pela Centrais Elétricas do Pará (Celpa) à população, cobranças indevidas de consumo e, em especial, o percentual de reajuste considerado abusivo da tarifa foram alguns dos temas principais  da reunião que durou mais de três horas na Assembleia Legislativa (Alepa) nesta terça-feira (24) e que reuniu executivos da concessionária e da Equatorial Energia, a holding que detém o controle acionário e administrativo da empresa desde novembro de 2012, quando iniciou o processo de recuperação judicial.

O encontro foi solicitado pelo presidente da Alepa, Márcio Miranda (DEM), em razão da quantidade de reclamações e denúncias de consumidores que tem chegado à Ouvidoria do Parlamento e aos gabinetes dos deputados. Em ofício emitido no dia 2 de fevereiro, o chefe do Legislativo convocou a Celpa para dar explicações detalhadas. Ao considerar grave a situação, ele pediu o compromisso da companhia para apresentar soluções específicas ou fixar metas com os respectivos prazos.

FORÇA-TAREFA – “Somos os primeiros a ser cobrados [pelos usuários], não são vocês”, disse aos convidados, lembrando da representação popular de cada deputado. O presidente destacou, no entanto, que pretende estabelecer uma “relação profícua, verdadeira e transparente” com a empresa em benefício da população. “Se houver celeridade para as melhorias, menos cobranças teremos e menos procuraremos os senhores”, salientou ele, que avaliou como positivas as discussões.

Os problemas que envolvem o fornecimento de energia do Estado foram muito comentados na tribuna, durante a sessão ordinária do dia. Como prova de preocupação com o aspecto social referente a esse segmento, a Alepa montou como uma espécie de força-tarefa duas comissões provisórias, uma de acompanhamento do tema e a outra de estudos, que deverá receber o reforço de técnicos do setor energético, além de já ter instalado a Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores.

Celso Sabino (PSDB) foi um dos deputados que mais fizeram questionamentos, e chegou a pedir documentos com o balanço geral da empresa e outras movimentações. Ele abordou pontos-chaves da relação companhia-usuários e já havia entrado com requerimento pedindo sessão especial para debater o assunto da energia. A programação, com apoio total dos demais colegas de plenário, está marcada para 5 de março. Representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela homologação dos reajustes tarifários, deverão ser convidados para participar.

Na concorrida reunião, ocorrida na Sala dos Ex-Presidentes, os deputados puderam expor os apelos mais frequentes de cidadãos, organismos públicos e de representações de classes em todas as regiões do Estado. Descasos e falta de esclarecimentos, mau atendimento, ineficiência de serviços, queda e falta de energia, queixas sobre o sistema regulatório de consumo e que prejudica o Pará foram algumas das abordagens feitas.

PROMESSA – O presidente da Equatorial Energia, Firmino Sampaio Neto, que estava de passagem por Belém, resolveu comparecer ao debate e disse que a holding não está poupando esforços para oferecer os melhores resultados e atender com maior eficiência  os consumidores. Ele lembrou que a recuperação judicial, após uma condição que chamou de “falimentar”, levou 24 meses de muito trabalho. Segundo disse, os investimentos continuam para a empresa, cujo valor de mercado estaria hoje em R$ 5 bilhões.

O presidente da Celpa, Nonato Castro, que reconheceu o valor alto da tarifa, prometeu ao deputado Miro Sanova (PDT) que num prazo de até quatro anos a companhia estará entre as quatro melhores concessionárias do País – no momento, ela encontra-se com baixa cotação junto à Aneel e à própria população na prestação de serviços, sendo uma das campeãs de reclamações no Procon, por exemplo.

Somando-se aos dois executivos, esteve presente ainda o diretor de Regulação da Equatorial Energia, Tinn Amado, que apresentou slides com diversos enfoques, entre eles os fatores que encarecem a conta de luz. Os diretores Augusto Dantas, responsável pelo setor de Distribuição e Mauro Chaves, encarregado de Relações Institucionais (apontado no final da reunião como interlocutor com o Parlamento após solicitação do presidente Márcio Miranda) e  Álvaro Bressan, diretor geral e assessor da presidência, completaram o grupo visitante (foto de Ozéas Santos).
 
Fonte: Seção de Imprensa e Divulgação da ALEPA

Primeiras turmas do Parfor no Oeste do Pará colam grau no dia 27 de fevereiro

No total, serão 941 professores formados em sete municípios da região

A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) atende 3.369 alunos através do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) em oito municípios da região - Alenquer, Almeirim, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná e Santarém. No dia 27 de fevereiro, 113 recém-formados nas licenciaturas integradas (Biologia e Química, Geografia e História, Matemática e Física e Letras Português/Inglês) e Pedagogia recebem a outorga de grau em Santarém, às 18h, no Auditório Tapajós.

O objetivo do programa, vinculado ao Ministério da Educação (MEC), é qualificar os professores que atuam na educação básica da rede pública e não têm graduação ou ministram aulas de outra disciplina que não é a de sua formação, em acordo à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

“Esse programa é de suma importância para nossa região, já que os nossos professores não possuem qualificação a partir de cursos de graduação ofertados por uma universidade de nível federal. Daí a importância de qualificá-los também para elevar o IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] do nosso estado, que, infelizmente, continua entre os mais baixos”, explica a coordenadora do Parfor, Ednea Carvalho.

A Ufopa oferta cursos pelo Parfor desde 2010, quando começou atendendo 1.750 professores. Até o final de março de 2015, 941 professores serão os primeiros formados pelo Parfor em Santarém, Alenquer, Juruti, Oriximiná, Óbidos, Itaituba e Monte Alegre.
Aulas – A primeira etapa do Parfor este ano terminou em 21 de fevereiro. A segunda será no período de 29 de junho a 8 de agosto, com retorno das turmas concluintes de 20 a 25 de abril e de 26 a 31 de outubro.

Colação de grau do Parfor/Ufopa
Dia: 27 de fevereiro de 2015
Hora: 18h
Local: Auditório do Câmpus Tapajós/Ufopa
Rua Vera Paz, s/n - Bairro: Salé

Comunicação/Ufopa

TRE vai promover Eleição Suplementar em Igarapé-Miri

O município de Igarapé-Miri realizará no dia 17 de maio de 2015,  eleição para prefeito e vice-prefeito.

A data do pleito foi escolhida de acordo com características técnicas e observância da portaria 658/2014 do Tribunal Superior Eleitoral que estabelece o calendário para eleições suplementares em 2014 e 2015.

A eleição é como outra qualquer sendo o voto obrigatório para todos os eleitores de Igarapé-Miri com mais de 18 anos, menos de 70.

 O TRE/PA está tomando as providências para garantir  a segurança do pleito.
Seguem alguns dados referentes à Eleição:

Igarapé-Miri fica na região Nordeste, cerca de 140 km da capital e possui 44.994 eleitores distribuídos em 41 locais de votação em 139 sessões eleitorais.

Fonte: Faustino Castro, ASCOM/TRE/PA

Prefeitura de Trairão também teve energia de secretarias cortada

Lá, como cá. Trairão também passou pela experiência desagradável, fruto de má gestão, quando teve o fornecimento de energia elétrica de quase todas as secretarias interrompido por falta de pagamento.

Quem informou ao blog foi um comerciante daquela cidade, que contou ainda, que só escapou a secretaria de Agricultura. Isso mesmo porque funciona no mesmo prédio da Emater, que é responsável pelo pagamento da conta de luz.


Como diria Boris Casoy, tanto no caso de lá, como de cá, é uma vergonha.

Reabertura do aeroporto de Itaituba está próximo

Alguns boatos espalhados por redes sociais davam conta, na tarde de hoje, que já estava sacramentado o pleno funcionamento do aeroporto de Itaituba.

Está tudo bem adiantado, mas, ainda falta a ordem oficial da ANAC para voltar ao normal as operações de aeronaves de porte médio. Para que isso aconteça, a agência precisará emitir uma norma técnica que derrube o NOTAM que em vigor e que determinou a atual situação de funcionamento apenas parcial do aeródromo.

O alarme falso foi dado depois que a prefeita Eliene Nunes conversou com a imprensa, mostrando que 92% de tudo que a ANAC pediu já foi providenciado.

Esses itens adquiridos estavam na relação das não conformidades detectadas pela agência que regular a aviação civil no Brasil.

Feito isto, a prefeitura de Itaituba já providenciou a devida comunicação para a ANAC, de quem depende, agora, a liberação, que poderá acontecer em poucos dias.

Por enquanto não é possível marcar uma data, mas, o jornalista Weliton Lima informou ao blog, que as empresas que atuam com voos comerciais regulares (MAP e Azul/Trip) já trabalham com a data de 15 de março para a retomada da venda de passagens.

Agora, depende da vinda de inspetores da agência, que deverá ser bancada pela prefeitura.


Acredita-se que isso deva ocorrer dentro de no máximo duas semanas, embora não se possa precisar a data. 

Custos - A prefeita Eliene Nunes também falou a respeito dos investimentos para a aquisição dos equipes.

Segundo afirmou ela, a prefeitura de Itaituba arcou com cerca de 50% dos custos, enquanto a outra parte foi doação da ATAP. A Azul teve uma pequena, mas, importante participação no transporte e estádio de alguns servidores para um curso em São Paulo, relativo ao trabalho no aeródromo.

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Friara vai reabrir

O empresário João Altevi vai reabrir o Frigorífico Friara.

No próximo domingo ele vai fazer uma grande festa no local, com direito a muito churrasco.

A Diretoria de Meio Ambiente da Sema vai entregar a Licença de operação até sexta-feira.

Foram adquiridos diversos equipamentos que faltavam, além da realização de várias adequações que precisavam ser feitas.

Altevi mandou informar por meio de seu sobrinho,  o vereador Iamax Prado, na sessão da Câmara, hoje,- que vai praticar o preço antigo que era cobrado para o abate do gado.

É uma boa notícia para o consumidor,  que poderá promover a redução do preço do quilo de carne, que foi majorado quando ficou apenas um frigorífico funcionando.

Transamazônica, trecho urbano, em Itaituba, virou a via da morte

Ontem, terça-feira, por volta das onze horas da manhã, o trecho urbano da Transamazônica que corta a cidade de Itaituba fez mais uma vítima fatal.

Mais uma vez, acidente envolvendo duas motocicletas.

Um homem aparentando idade superior a cinquenta anos, a altura da 10ª Rua, ao tentar dobrar para o lado oposto de sua mão, chocou-se com outra moto, vindo a morrer no local.

Trata-se da quarta morte em pouco mais de duas semanas, o que é um absurdo para uma cidade do porte de Itaituba.

Carros e motos trafegam em alta, às vezes, em altíssima velocidade em plena luz do dia.

Atravessar essa via, na 13ª Rua, virou um verdadeiro suplício.

Sem presença da Polícia Rodoviária Federal, que foi embora para Santarém, os abusos são recorrentes e o resultado é esse.

Na sessão de ontem, os vereadores falaram sobre isso. Alguns deles lembraram da necessidade de se tentar trazer de volta a PRF.

O primeiro foi o vereador Manoel Diniz, que chamou atenção para o elevado número de acidentes com vítimas fatais, sem contam os feridos que ficam em tratamento por longo tempo, ou com sequelas. Sem contar os custos para os cofres do município, que dependendo da gravidade, tem que mandar pessoas para Santarém, de avião.

Maria Pretinha, João Paulo e Iamax Prado foram outros que abordaram o assunto.

Iamax disse que iria apresentar um requerimento para solicitar ao DNIT a sinalização da via, que atualmente não existe.

Alguma coisa precisa ser feita para dar uma basta nesse morticínio.